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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Compartilhamento do blog

Quem tiver interesse em participar da edição deste blog é só enviar-me um e-mail para ezio.tecmec@hotmail.com que passarei a usuário e senha do blogger, pois assim teremos mais conteúdo e troca de conhecimentos da área mecânica e afins.

Bombas de palhetas

Vou postar aqui uma breve descrição deste componente e suas características.



Ela contém um conjunto de palhetas retráteis que giram no interior de uma câmara oval. À medida que as palhetas giram, elas sugam o fluido hidráulico sob baixa pressão da linha de retorno e o forçam para a saída sob alta pressão. A vazão fornecida pela bomba depende da rotação do motor. A bomba deve ser projetada para fornecer uma vazão adequada quando o motor estiver em marcha lenta. Como resultado, a bomba movimenta muito mais fluido do que o necessário quando o motor funciona em rotações mais elevadas. A bomba contém uma válvula de alívio de pressão para assegurar que a pressão não se eleve em excesso, especialmente em altas rotações do motor quando muito fluido é bombeado.

Dados técnicos:

Pressão máx.: 14 bar


Vazão máx.: 36 m³/h

Temperatura máx.: 260 °C

Viscosidade: 1 a 500 cP


Funcionamento da Bomba de Palheta/Características:

■Corpo em aço inox 316 endurecido internamente (62 RC);

■Buchas endurecidas de carbeto de silício e eixos revestimentos com óxido de cromo;

■Corpo em uma só peça garante melhor alinhamento do selo mecânico e mancais;

■Desenhada para receber selos mecânicos comerciais, inclusive tipo cartucho;

■Palhetas e pinos de PEEK altamente resistentes ao desgaste e corrosão;

■Placas laterais de desgaste em carvão;

■Disponíveis com bocais de sucção e descarga flangeados conforme ANSI B16.5 classe 150 lbs RF ou DIN 2501;

■Disponível com válvula de alívio integral;

Fonte: site www.tetralon.com.br/viking_lvp





Seguem algumas fotos de uma bomba de palhetas desmontada:



quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Cavitação - Parte III

LIGAS UTILIZADAS PARA PRENCHIMENTO/REVESTIMENTO

Entre os materiais com características de resistência à cavitação, destaca-se o aço inoxidável austenítico que possui boa resistência ao fenômeno e que foi empregado por alguns anos na forma de camadas protetoras, depositadas por soldagem, em turbinas fabricadas em aço carbono.
Um avanço na performance das turbinas impostas a condições de alta intensidade de cavitação deve-se ao desenvolvimento de ligas com alta resistência a cavitação, tais como os aços inoxidáveis austeníticos, de baixo carbono, ligados ao Co. Todavia, em função do preço relacionado a estas ligas, almejou-se o desenvolvimento de ligas com similar resistência à cavitação, porém, com menos elementos de liga de elevado preço como o Co.
 Pelo estudo de várias ligas empregadas na confecção de turbinas hidráulicas, constatou-se que a liga de cobalto com baixo teor de carbono (Stellite 21) apresentava uma resistência à cavitação 50 vezes maior em relação ao aço inoxidável AISI 308. A partir dessas informações, partiu-se para o desenvolvimento de aços inoxidáveis austeníticos ligados ao cobalto com similar desempenho à cavitação das ligas ao cobalto. Isto foi conseguido em função de um balanceamento dos elementos de ligas presentes, isto é, eliminação de níquel e a troca de uma percentagem de Co por Mn, N e C visando uma estrutura austenítica com baixa energia de falha de empilhamento, características de deformação planar, e elevado endurecimento por deformação.
O tamanho dos grãos obtidos durante a operação de soldagem tem fundamental importância nas propriedades mecânicas que a camada de solda depositada irá apresentar. Desta forma, foram desenvolvidas diversas técnicas, de ordem metalúrgica e/ou processual, visando controlar (refinar) o tamanho dos grãos para as dimensões desejadas.
Os trabalhos abordando a relação entre defeitos superficiais e suas influências sobre o processo de erosão por cavitação relatam a forte influência destes, comumente encontrados ao término do processo de recuperação das áreas erodidas que, de uma maneira geral, reduzem ou até eliminam o período de incubação, em alguns materiais, e servem como sítios de nucleação e propagação do processo erosivo 


Fonte: Will, Cristhian Ramos, Ligas inoxidáveis resistentes à cavitação depositadas por Plasma – PTA – arame.UFPR, 2008.

Site de automação

Mecatrônica atual

Ótimo site de automação, que disponibiliza alguns projetos de automação e robótica, apresentando os princípios básicos da mecatrônica. Clique aqui para visitar o site.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Apostilas

Alguns sites de compartilhamento de arquivos, onde você encontra várias apostilas e artigos técnicos diversos, ótimos para pesquisas de trabalhos...





Obs: Tenho algumas apostilas e artigos que baixei da net, quem precisar, solicite por e-mail.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Reformulando

Estou fazendo algumas alterações no BLOG para melhor navegação, quem tiver sugestões, seja bem-vindo...
Eletrônicos - Submarino.com.br
2leep.com